Clube do Whisky

2013

30/10

Reabertura da Kilt, em nova casa, com projeto do arquiteto Washington Fiuza

Os amantes da vida noturna já podem comemorar: a Kilt reabriu suas portas em novo endereço. O novo projeto assinado pelo arquiteto Washington Fiuza trouxe ao local um toque de modernidade, sem perder o habitual charme e requinte pela qual o local ficou conhecido.
2012

30/10

A prefeitura fecha os bingos e casas de show de São Paulo. Dentre eles, o Castelinho

Com a forte pressão da prefeitura de São Paulo sobre bingos e casas noturnas, algumas das principais boates vieram a baixar suas portas. Com o incêndio que havia atingido o teatro Sociedade Cultura Artística, a Kilt veio a ser desapropriada com o intuito de integrar o teatro à Praça Roosevelt.
1999

30/10

A banda Kiss vem conhecer a Kilt

Dentre os frequentadores da Kilt, além de empresários e executivos, era comum encontrar a presença de visitantes ilustres, tais como, Michael Douglas, PC Farias e o icônico Gene Simmons, da banda Kiss, figurinha carimbada da casa.
1980

30/10

Abertura Clube do Whisky

Nem só a arquitetura e o nome da casa se beneficiaram dos traços da cultura escocesa. A Kilt, também ficou bastante conhecida por oferecer aos seus visitantes uísque da melhor qualidade, implantando assim, posteriormente, o Clube do Whisky.
1975

30/10

Lançamentos de Pocket Shows no estilo Vegas e Cabarés franceses

Pioneira em shows Eróticos, por volta de 1975, a Kilt trouxe para o Brasil mais uma novidade: os Pocket Shows, apresentações que aconteciam de 30 em 30 minutos e, que se tornaram muito populares nos cabarés franceses, assim como em algumas casas de shows americanas.
1973

30/10

O balanço se torna notícia nacional

Sensualidade e requinte são apenas algumas das características mais marcantes dos shows eróticos da casa. Mas, sem sombra de dúvida, o balanço tornou-se marca registrada na história da Kilt.
1971

01/06

Inauguração da casa

Em 1971 é inaugurada a famosa casa noturna Kilt Shows. Com forte referência europeia e inspirada no Castelo da Rainha Mary Stuart, o “castelinho”, como era conhecido, tinha como principal objetivo, promover os famosos “happy hours” para empresários e executivos do centro de São Paulo.